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não terá nenhuma sub-habitação nas margens das vias públicas até Julho de 2010

Guarulhos, 30/06/2009 00:00:00

Boa notícia aos empresários e as famílias que moram nas avenidas Guinle, Projecta e parte da rua Jaguarão, no bairro de Cumbica. Até julho de 2010 os moradores destas regiões poderão ser deslocados para os Conjuntos Habitacionais Pimentas I, II, III e São Judas, que estão sendo construídos com recursos do Governo Federal, por intermédio do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). São 400 apartamentos no Pimentas, 144 no Pimentas II, 140 no Pimentas III e 385 sobrados no Conjunto São Judas. No total serão removidas 1069 famílias para solucionar o problema da Cidade Industrial Satélite de Cumbica.

O secretário de habitação, Orlando Fantazzini, disse que as obras seguem num ritmo normal. “Estamos realizando as obras de acordo com o cronograma estabelecido, trabalhamos corretamente e dentro das normas técnicas. Talvez algumas pessoas teriam expectativas que as obras estivessem mais rápidas, mas temos limitações de fazer as coisas de acordo com o cronograma de obras”.

O compromisso da Secretaria é entregar cinqüenta por cento de cada conjunto habitacional até o final deste ano, no qual 700 famílias serão removidas, ou seja, no Pimentas I duzentas unidades, no Pimentas II setenta, no Pimentas III, setenta e duas e aproximadamente cento e sessenta no conjunto São Judas. E até a metade do ano que vem, 2010, a outra parte será entregue.

O setor empresarial de Cumbica reivindica há tempos à remoção destas famílias que ocupam córregos, praças e vias públicas, e que muitas vezes, obstruem o acesso ás empresas, congestionando as ruas com os barracos. “Todas as famílias vão sair de uma situação de risco e insalubridade, deixarão de morar nas margens de córregos ou próximas às empresas e irão para um apartamento de 43 metros quadrados, e com isso, faremos com que a Cidade Industrial Satélite seja efetivamente uma área industrial e empresarial”, diz Fantazzini.

Sobre o questionamento da vereadora Helena Sena sobre as paralisações das obras, Orlando Fantazzini explica que os recursos do Programa de Aceleração de Crescimento chegaram na secretaria na gestão anterior e quando ele assumiu, as obras da Cidade Industrial Satélite foram retomadas. “A reclamação dela foi que a obra estava parada, mas há um prazo de uma fase para outra, e eu assumi da segunda para a terceira fase, ou seja, o mesmo prazo que ela teve que aguardar para fazer todo o trabalho é o mesmo que eu tenho, então não tem obra parada, em ritmo moroso, as obras estão andando em ritmo normal, o cronograma da obra vai ser cumprido, esta obra que ela falou não tem nada a ver com a Cidade Industrial Satélite de Cumbica”. Finaliza.
 
Orlando Fantazzini afirma que a região da Cidade Industrial Satélite de Cumbica vai melhorar, pois terá maior valorização e a tendência será que outras empresas se instalem na região, gerando empregos e contribuindo para a economia da cidade.

Regiane Balthazar
Jornalista – MTB: 44.022

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